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A iniciação de Pedrinho.Sou educador físico e trabalho à noite em uma academia, pois o horário paga melhor. Desta forma, aproveito o dia depois que acordo, para estudar pois pretendo fazer alguns concursos. Sou bronzeado, 1,80, corpo atlético e bom dote ( 19 cm e grosso), o que me permite uma vida sexual bastante satisfatória pois sou bem assediado pelas alunas da academia. Moro só em um apartamento e no apartamento ao lado, mora um casal com um filho pré-adolescente, Pedrinho, garoto tímido e que tem um jeito levemente afeminado. Ultimamente, passei a escutar algumas discussões de seus pais, onde o pai brigava c*** mãe onde afirmava ser culpa dela o menino ser meio afeminado. Um belo dia, ao chegar da rua, vi Pedrinho sentado na escada, alguns degraus abaixo, aparentemente chorando. Perguntei se estava tudo bem e ele apenas balançou a cabeça. Convidei-o para vir ao meu apartamento para conversarmos. Ele contou-me então que o pai não aceitava seu jeito e o xingava de viadinho e dizia que ia leva-lo a um puteiro para ele aprender a ser homem. Pedrinho era um menino lindo. Cabelos e olhos claros, corpo esguio e sem pêlos, rosto também lisinho, mas para sua idade, tinha coxas bem desenvolvidas e uma bundinha saliente. Apenas com a intenção de ajudá-lo, até porque apesar de já ter comido alguns novinhos da academia e também já ter sido comido bêbado por poucos amigos também bêbados, sou chegado mesmo em uma novinha, decidi conversar com ele e fazê-lo entender que o pai machista apesar de errado, tinha lá suas razões e ele deveria tentar perdoá-lo, mas sem deixar de ser quem era. Conversamos bastante e ele foi se abrindo comigo e vi que ele estava bastante confuso com sua sexualidade. Pedrinho confessou ser virgem, mas que há algum tempo já sentia vontade de fazer sexo, mas não tivera oportunidade. Perguntei então se ele queria fazer sexo com garotas ou garotos e vi que ele ficou vermelho e encabulado. De olhos baixos, timidamente sussurrou que não sabia. Vi que ele deveria estar querendo mesmo era sexo com garotos. De qualquer forma, sugeri que ele procurasse ver vídeos de garotas e garotos, e então fosse se preparando para fazer o que mais lhe agradasse. Como ele disse que não podia fazer isso em sua casa, pois seu pai bloqueava e fiscalizava o uso da internet. Peguei meu notebook e dei a ele, como vi que ele não conhecia sites, abri um ótimo site que tem de tudo, e fui lhe mostrando como navegar nele, e o deixei em uma página com vídeo de novinhos com homens maduros e fui para o banho. Retornei à sala apenas com a toalha na cintura e sentei-me ao lado dele e perguntei “e aí? Viu algo interessante?” Ele nem conseguiu responder de tão encabulado. Tirei o notebook do colo dele para mostrar um vídeo e vi que seu pau estava durinho sob a bermuda. Coloquei o vídeo onde um novinho chupava um cara moreno como eu e recoloquei o note no colo dele, cheguei mais perto dele e comecei a provocá-lo fazendo comentários “olha como o garoto chupa o pau do cara…que delícia!” “hummmm…parece que o cara está adorando a chupada dele” “nossa! Parece que o garoto está adorando chupar o caralho duro” “olha, adoro uma chupada assim…” e claro que meu pau já estava duro e acabou por escapar pela abertura da toalha, e vi que Pedrinho não sabia se olhava o vídeo ou olhava meu pau. Disse a ele “olha só como está meu cacete…cara, que tesão ver essa chupada aí, vc não acha? Olha meu pau como está!” Pedrinho olhou e vi sua respiração se alterar, percebi que sua inquietação e perguntei “vc já pegou num pau alguma vez?” ele disse que não e logo emendo “não quer dar uma pegada pra ver como é? Pode pegar Pedrinho, fica tranquilo porque aqui vc só faz o que vc quiser, pega nele vai?” Ele me olhou e achei que ele ia sair correndo dali, mas para minha satisfação, ele levou sua mãozinha e pegou meu pau pelo meio, usando apenas os dedos. “Tá sentindo a textura? Tá bem durinho, mas ao mesmo tempo, é bem macio, tá vendo? Aperta mais um pouquinho” e ele corresponde, apertando os dedos em meu pau. Vi que suas mãos estavam tremendo levemente e ele respirava meio ofegante e suas narinas estavam mais dilatadas que o normal. “Agora pega com a mão toda, sente como está quentinho e duro!” Ele então envolve minha pica com a palma da mão fechando em torno, a ponta os dedos mal se tocando devido à grossura. “Tá gostando? É grosso né? Sente como tá duro? Tá vendo como sua mão tá deixando ele duro e com tesão?” Nisso, no vídeo, o cara mais velho já estava enrabando o novinho, e Pedrinho ora olhava o vídeo de rabo de olho, ora fixava em meu cacete duríssimo. “Agora faz uma massagem nele, faz?” Ele me olha e diz “como?” Coloquei minha mão sobre a mão dele e passei a fazer movimentos para cima e para baixo, e retirei, e ele continuou, lentamente. Pedi então “aperta mais um pouco e massageia mais rápido” Pedrinho estava sendo ótimo aluno, pois sacava tudo muito rápido. Ele me punhetava deliciosamente, e nada era mais excitante que ser punhetado por um novinho sem experiência. Tirei o note do seu colo e pedi “me mostra seu pau?” Vi que ele ficou muito encabulado, pois acredito que nunca tenha deixado ninguém ver. Mas não esperei sua resposta e nem que resolvesse sua indecisão. Levei minhas mãos para desabotoar sua bermuda e ele retira a mão do meu pau, mas eu digo que não retire e ele obedece. Abro sua bermuda e vejo saltar um pintinho de mais ou menos 13 cm, duríssimo, retinho, pele branquinha, cabeça bem rosada e bem melada, pensei “o safadinho ficou morrendo de tesão me punhetando…” Peguei seu pinto que cabia todo em minha mão e fiquei brincando e punhetando, brincando com a ponta do polegar na cabeça meladíssima, o que fez Pedrinho ter contrações de sua pelve indicando o tesão que estava sentindo. Levantei-me e a toalha caiu, permitindo a Pedrinho ter uma visão completa de meu corpo malhado com o pau em riste. Posicionei-me à sua frente fechei suas pernas e puxei sua bermuda. Ele colocou uma aydın escort certa resistência, tipo não quero mas quero. Mandei que levantasse os braços e ele meio que sem entender levantou, então peguei sua camiseta na cintura e puxei rapidamente para cima, deixando-o também peladinho, de pinto durinho apontando para seu umbigo. Que corpo lindo ele tinha. Branquinho, lisinho, sem um único pelo, carinha de menino indefeso mas com enorme curiosidade de conhecer os segredos e os prazeres que um corpo nu pode oferecer. Com firmeza disse “pega no meu pau” e enquanto ele novamente ia alisando e me punhetando, eu me inclinei e passei a falar no seu ouvido algumas sacanagens que o fizeram fechar os olhos e suspirar “Que delícia essa sua punheta” “estou adorando vc com sua mãozinha no meu cacete duro” “pega meu caralho com as duas mãos, pega?” “isso…punheta meu pau com as duas mãos…assim…que delícia…” “seu pau também é uma delícia…acho que vou colocar seu pau na minha boca…vc quer?” Ele apenas geme baixinho, mas entendi que era um sim. Claro que sorri satisfeito. Dei uma leve lambida em sua orelha, senti que ele se arrepiou, desci para seu pescoço e agora, além de lambidas, uma mordidas de leve e lambidas mais fortes o que o levou a fazer uma maior pressão em meu pau. Quando cheguei aos bicos de seus peitinhos, vi que ele estava totalmente entregue. Punhetava seu pintinho delicadamente para não fazê-lo gozar antes da hora e lambia, chupava e mordicava seus biquinhos, deixando-o alucinado de tesão, pois ele se mexia, jogou a cabeça para trás e o melhor, gemia gostoso. Abri suas pernas, ajoelhei-me entre elas, puxei-o um pouco para frente e comecei a chupar seu pinto, primeiro com delicadeza, lambendo aquela cabecinha rosada, depois lambendo as laterais, chupando, mordiscando de leve, raspando os dentes naquela pele alva, depois indo para seu saquinho, totalmente lisinho, levanto suas bolas com quatro dedos e propositalmente, deixo o dedo médio pressionando seu períneo, chegando próximo ao cuzinho. Logo coloco seu cacete todinho em minha boca e sinto aquele menino se retorcer todo, como se uma corrente elétrica fizesse seus músculos se contraírem sem controle. Com o pintinho todo dentro de minha boca, passo a massageá-lo com a língua, em movimentos vigorosos, indo e vindo, para os lados, fazendo movimentos de sucção na cabeça do pau e a língua deslizando alucinadamente na base do seu caralho. Ele parecia que ia enlouquecer, pois com certeza nunca tinha experimentado uma sensação como aquela, de praticamente ser engolido pelo pau, ao mesmo tempo em que é massageado por uma língua que passeia por toda a extensão, inclusive fazendo movimentos em volta da cabeça, como uma cobra que vai envolvendo sua presa. A essa altura, meu dedo já estava estimulando seu cuzinho, sem penetrá-lo. Deixei muita saliva escorrer pelo seu pintinho indo até o cuzinho, deixando-o meladinho. Apesar de estar delicioso ver aquele menino vibrar enquanto era chupado, parei para não deixa-lo gozar. Para finalizar aquela parte, forcei suas pernas para cima, deixando-o com a bundinha toda exposta, abri bem suas pernas e caí de boca em seu cuzinho. Não preciso dizer o quanto ele gemeu. Lambia, dava linguadas, mordiscava sua bunda em volta do cuzinho, passava a língua bem gulosamente indo do rego até seu saquinho e depois retornava até enfiar a ponta da língua em seu cu. Finalmente, levantei, sentei me ao seu lado um pouco afastado, puxei sua cabeça para meu peito e o fiz mamar em meus peitos. Que garotinho gostoso do caralho! Aprendia muito rapidinho e mamou nos meus bicos que me deixou com muito tesão. Fui empurrando sua cabeça pela minha barriga e meu pau duríssimo, ficou cutucando as costas dele. Eu então virei-o de costas para mim, deixando o caminho livre para que ele pudesse chegar com sua boca até meu pau. Não sabia se ele ia querer, se teria ou não coragem, mas o danadinho não parava de me surpreender. Segurou minha caceta e timidamente, passou a lamber a cabeça passando a língua em sua volta, sem se importar com o liquido abundante que escorria. Ponto pra ele! Passou a descer pelas laterais do caralho, lambendo e chupando, depois voltou e começou a colocar a cabeça na sua boca. Fui ao céu. Delícia de chupada. Pra um garotinho que nunca tinha chupado uma pica, ele estava se saindo muitíssimo bem. Com uma mão segurando o pau, a outra ele levou até o saco, e ficava fazendo carinho, levando seus dedinhos até muito próximo do cu. Caralho! O viadinho estava se soltando e me surpreendendo cada vez mais! Eu gemia e dizia “assim, Pedrinho! Chupa gostoso o caralho, chupa!” “lambe bem gostoso a cabeça do meu pau…enrola a língua em volta da cabeça e depois engole a cabeça toda” “chupa e engole essa gosminha…se lambuza nessa gosminha..” “isso, vai punhetando e chupando essa pica…tá vendo como vc deixa meu pau latejando de tesão com sua boca?” “vc sabe chupar muito gostoso…delicia demais como vc engole meu pau…tenta engolir tudo, tenta…” Ele até tentou enfiar mais, mas engasgou. Enquanto ele chupava, eu brincava com o dedo em seu cuzinho. Enfiava a ponta, tirava, alisava, enfiava de novo, e ele com a bunda quietinha. Nisso, enfiei a metade do dedo e com a mão espalmada em sua bundinha, comecei a forçá-lo a fazer movimentos circulares, rebolando a bundinha. E ele gostou. Rebolava a bunda com meu dedo enfiado no cuzinho, gemia e babava minha pica. Eu peguei seus cabelos por trás e testei o viadinho, empurrando e puxando a cabeça dele, fazendo-o se foder com minha caceta em sua boca, sem forçar demais para não assustá-lo e traumatiza-lo. Não tinha lubrificante em mãos, então, coloquei uma boa quantidade de saliva em meus dedos e levei ao seu cuzinho, e enfiei a ponta de dois dedos. Ele falou alguma coisa, mas estava de boca muito bem cheia com meu caralho e não entendi porra nenhuma do que ele falou, Mas se era um protesto por eu ter enfiado dois dedos no seu cu, foda-se…não escort aydın quis saber. Estava meladinho com meu cuspe e eu laceava aquele cuzinho virgem cada vez mais, e ele continuava rebolando a bundinha. Enfiei os dedos mais um pouco até deixar a parte mais grossa que eram as juntas no anelzinho dele. Ele parou de rebolar e contraiu a bunda, mas falei pra ele relaxar que ia passar, e logo ele voltou a sugar minha pica, punhetar e passar a outra mãozinha no meu saco e períneo. Fiquei rodando os dedos laceando bem e vi que era hora de tirar o cabaço daquele cuzinho rosadinho. Levei-o para o quarto, peguei o gel e uma camisinha, coloquei-o sentado bem na beirada da cama e ele se deitou, com as pernas para fora. Apoiei seus pés na beirada da cama bem afastados um do outro, fui direto no saco dele, lambendo e chupando, indo até seu pintinho que estava um pouco mole mas em segundos respondeu e ficou duríssimo, enfiei todo na boca e novamente brinquei com a língua em toda a extensão do pau, ao mesmo tempo, coloquei gel no seu cuzinho e nos meus dedos, voltei a enfiar os dois dedos que entraram sem dificuldade no cuzinho já bem laceado. Tirava os dedos, colhia gel e enfiava de volta, levando gel pra dentro do seu rabo lisinho e rosadinho de adolescente. Peguei o tubo de gel, posicionei na entrada do seu cu e apertei, colocando uma quantidade generosa de gel lá dentro. Em seguida, enfiei dois dedos, e agora, enfiei tudo, até o fim, escutando o viadinho gemer, agarrando e puxando o lençol. Safadinho…estava gostando de ser fodido pelos meus dedos. Sem para de chupar seu pintinho para não deixar seu tesão baixar, comecei a enfiar três dedos! Senti que ele retesou as pernas e quis contrair a bunda, mas pedi que relaxasse pois não ia doer. Quando relaxou, continuei a meter os 3 dedos, tirando e colocando, cada vez mais dentro, até que os 3 finalmente estavam inteiros dentro do rabo dele. Ele estava pronto! Peguei a camisinha, encapei o bruto que estava doendo de tão duro que estava, louco pra deflorar aquele cuzinho delicioso. Virei-o de lado, a perna de baixa rente ao bordo do colchão, a perna de cima dobrada com a coxa encostada na barriga, bundinha na beirada da cama com o cuzinho bem exposto pra mim. Posicionei a cabeça do pau na entrada do seu cuzinho, vi que ele estava de olhos fechados e apertados, boca aberta, rosto meio que virado para o colchão, as duas mãos crispadas agarradas ao lençol. “Que delícia de imagem”, pensei. O garotinho virgem estava ali, morrendo de tesão pronto pra levar pica pela primeira vez. Não tem preço. Pressionei a cabeça no seu cu e ele se contraiu todo. Estava com medo e era natural. “Calma, Pedrinho” “relaxa, não precisa ficar tenso…não vou te machucar…prometo” Coloquei novamente os dedos na porta do seu cu e disse “aperta o cu e a bunda” e forcei os dedos que logicamente não entraram. “Agora relaxa o cu e a bunda, e faz uma pressão para fora, como se fosse evacuar, ok?” Ele balançou a cabeça afirmativamente e relaxou. Os dedos entraram facilmente. “Viu que se vc contrair, não entra e se entrar, vai doer. Se vc relaxar e fizer força pra fora, vc não vai sentir dor, só uma pressão muito gostosa…” Coloquei mais gel na porta do cuzinho e na camisinha, posicionei novamente e pedi “agora relaxa e faz força pra fora!” Ele relaxou e assim que percebi que estava fazendo força pra fora, empurrei a cabeça que entrou abruptamente, fazendo-o soltar um gemido rouco, quase um grito, esticando as pernas e querendo sair. Precisei usar de certa força para contê-lo, inclusive pegando em seu pescoço firmemente sem sufoca-lo mas blefando, como se estivesse disposto a sufoca-lo se necessário fosse. Ele se acalmou, pedi que ficasse tranquilo pois mantinha minha palavra de que não seria machucado, que a cabeça já tinha entrado e o resto seria muito fácil. “Vc tá sentindo que a cabeça já tá dentro do seu cuzinho e não está doendo? Então fica calmo, relaxa, não vou enfiar mais.” “Promete?” ele pergunta. Cruzei os dedos e disse “Claro que prometo…não vou te machucar de jeito nenhum” “Vc acha que depois de tanto tesão, vou estragar tudo te machucando?” Ele relaxou, e sem tirar a cabeça do pau de entro do seu rabo, reposicionei suas pernas, e disse “vamos tentar de novo…vou tirar meu pau do seu cuzinho, vou lubrificar mais e enfiar só a cabeça de novo, ok?” Não esperei resposta, tirei bem devagar a rola do seu cuzinho e pela sua expressão, vi que gostou da sensação do caralho saindo, espremi mais gel dentro do seu rabo e pedi “agora faz força pra fora e não aperta o cuzinho…deixa minha rola invadir seu rabinho…vai ser só a cabeça de novo…prometo…”. Enfiei a cabeça sem stress. “Viu? Vc pode confiar em mim…não vou fazer nada que te machuque”. Ele diz então “Como é que confia num pau desse tamanho?”. Rsrsrs o viadinho agora já estava até fazendo piada. Ótimo, pois o fdp ia descobrir o prazer e as sensações de ter o cu arregaçado por uma grossa tora de 19 cm. “Relaxa menino, que vou tirar e meter a cabeça da tora no seu cuzinho de novo…curte a tora entrando e saindo do cuzinho…” Retirei a pica bem devagar e delicadamente, antes que a cabeça saísse totalmente, empurrei de volta e via a carinha que ele fazia sentindo a rola entrando e saindo de seu delicado cuzinho. Continuei a tirar e enfiar a cabeça em seu cu, com cuidado, mas à medida que ele ia acostumando e sem mostrar reação de contração da bunda e do anelzinho, comecei a meter e tirar mais rapidamente, e vi o danadinho enfiar a cara no colchão, agarrar o lençol quase rasgando, e gemendo como uma cadelinha no cio. Aos poucos, fui metendo além da cabeça, e ele percebendo, desprega a cara do colchão, me olha e fala “vc disse que ia colocar só a cabeça…não coloca tudo não…” e vi que seus olhos estavam marejados de lágrimas. “Calma..eu disse que vc pode confiar em mim…se vc quiser, é só falar que eu paro na hora…está doendo?” “Não” ele diz. “Mas estou com aydın escort bayan medo.” “Se doer, vc fala que eu paro na hora!”. Em seguida, parei e tirei a pica de seu cuzinho, ele me olha meio que decepcionado achando que eu tinha desistido. Ah coitado…inocente…sabe di nada! Deitei de lado na cama, atrás dele, puxei-o para cima encaixando-o de conchinha em mim, levantei sua perna e meti-lhe a pica novamente, de ladinho. Entrou muito fácil e agora, eu podia brincar com seu pintinho também. Metia a cabeça da tora em seu cuzinho e ficava alisando e punhetando seu piruzinho. Vi o quanto ele estava delirando levando no cu. Comecei a meter mais vigorosamente e de novo o fdp fala pra não meter tudo. “Fica calmo branquinho…já falei que se doer eu paro na hora…só vou meter o que vc aguentar tá bom?” E fui metendo e punhetando aquele viadihno delicioso, até que ele sentiu meu saco encostar na bunda e meio apavorado fala de novo “Só a cabeça…só a cabeça…não enfia tudo…eu não aguento.” “Põe a mão lá para ver se vc não aguenta…sente com a mãozinha se entrou alguma coisa no seu rabinho.” Ele passa mãozinha e se assusta…”como vc conseguiu enfiar tudo?..como assim?” “Esquece, viadinho, e curte minha tora no seu cu, gostosinho…tá gostoso demais te comer assim…então agora rebola no meu pau vai, rebola…” Acho que a consciência de que eu havia enterrado a rola inteira no seu cu, e que ele conseguiu acomodar uma tora de 19 cm que dava medo, o fez se sentir poderoso, e ele passou a rebolar feito uma putinha, gemendo e chorando como uma cadelinha, sentindo todo o prazer de ter um caralho bem duro em seu rabo. Sem tirar de dentro, deitei-o de bruços, usei minhas pernas para afastar bem as suas, deixando-o bem arreganhado e passei a meter a rola vigorosamente. Caralho, que delícia cobrir um viadinho lindo como aquele, cara de menino, corpo lisinho, cuzinho deflorado pela primeira vez, uma bundinha lisinha e redonda, parecendo bundinha de menina e coxas bem grossas para sua idade. Cobria ele todo, eu o amassava contra o colhão com meus 1,80 e 85 kg de músculos, sobre aquele corpo franzino e delicado, que gemia sob mim com a tora enterrada até o fundo, metia loucamente, movimentando basicamente somente meu quadril, em movimentos rápidos e profundos, o que o fazia suar muito e a mim também, e com certeza, com meu peso todo sobre seu tórax, ele devia se sentir sufocado ao mesmo tempo em que era fodido, e muito. Sua bunda e pernas estavam livre, mas o tórax, a cabeça e os braços não. Estavam totalmente imobilizados por mim. Quando achei que já bastava o castigo que eu dava fodendo-o daquele jeito, sem tirar a pica do seu rabo, ajoelhei-me atrás dele, puxei-o pelos cabelos para ficar de quatro e voltei a meter em seu cuzinho. Puxava sua cabeça para trás pelos cabelos com firmeza para ele sentir o que era ser bem fodido por um macho. Ele continuava gemendo, saliva escorria pelo canto de sua boca e lágrimas escorriam de seus olhos. Mas ele não reclamava e nem protestava mais. Apenas se deixava ser fodido. Instintivamente ele empinava a bunda, sem eu mandar. O viadinho estava gostando mesmo de levar rola. Tirei a pica e não deixei ele desabar no colchão. Segurei sua cintura enquanto ficava em pé na cama, agachei para posicionar o pau no seu cu e atolei numa montada fantástica. Fui metendo e tirando lentamente para curtir a visão daquela bundinha empinada, cuzinho aberto, todo arregaçado, esperando a rola penetrar comigo montando sua bunda. Caralho, que tesão meter naquele cuzinho vendo a rola entrar milímetro por milímetro até atolar tudo, ficando só as bolas de fora. E o mais deliciosa era saber que estava sendo o primeiro a fazer aquele cuzinho, daquele garoto tímido e inexperiente que agora levava pica no rabo como uma putinha. Agora, faltava fazê-lo cavalgar minha rola. Sentei-me com as costas na cabeceira da cama, mandei que sentasse na minha rola, metendo-o no cuzinho. O safadinho o fez sem pudor, até pegando na pica e direcionando ao seu cuzinho. Fechou os olhos e foi descendo, saboreando cada milímetro da rola que o empalava, até sentar por completo em minhas pernas, com as mão para trás apoiadas no colchão. Mandei rebolar e, caralho, ele rebolava muito gostoso, muito sensual. Olhos fechados, língua nos lábios (que safadinho…), rebolava sentindo todo o vigor da minha rola dentro de seu delicado corpinho. Seu pinto permanecia duríssimo. Puxei-o de encontro a mim, fazendo com que seu pinto ficasse bem justo entre nossas barrigas, e então o fiz cavalgar minha rola, e no sobe e desce, seu pinto ia esfregando em nossos abdomens, cada vez mais melado, até que não aguentou e gozou e esporrou deliciosamente, empalado pelo meu caralho e esfregando o seu pequeno pinto em nossas barrigas. Seu gemido e sua respiração foram de me deixar de pau mais duro ainda. Deitei-o entre minhas pernas, sem tirar meu cacete de seu cuzinho e fiquei vendo aquele garoto de olhos fechados, curtindo seu primeiro gozo levando vara. Ainda sentado, comecei a foder seu cu novamente, agora metendo com muito mais vontade, arregaçando tudo, enfiando até as bolas encostarem na sua bundinha branquinha, cada vez mais rápido, queimando sua rosca, e a cada estocada profunda, Pedrinho gemia feito uma gazela, e quando senti que ia gozar, ajoelhei, tirei o cacete de seu cu e punhetei até gozar, direcionando os jatos de porra para seus peitos, sua barriga e seu pinto, deixando-o todo melado do pescoço até o pinto. Desabei ao seu lado, peguei sua mão e o fiz espalhar minha porra pelo seu corpo. Queria fazê-lo acostumar-se com o contato com porra. Depois de espalhar a porra com sua mão, mandei que cheirasse, e depois, que lambesse um dedo, como se fosse uma pica esporrada, e não é que o viadinho o fez direitinho? Pronto. Já estava pronto para receber porra em sua delicada boquinha, mas ficaria para uma próxima vez. Levei-o para um banho, e depois de se vestir, decidiu ir embora. Antes, segurei-o pelo braço e perguntei se tinha gostado. Baixou os olhos e balançou a cabeça afirmativamente. Perguntei se voltaria, balançou a cabeça do mesmo jeito. Abri aporta para ele e disse que o esperaria no dia seguinte, à mesma hora.

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